Na Assembleia Geral Extraordinária realizada em 07 de fevereiro de 2026, na sede do Sinpojud, foram cassados por 360 dias os mandatos dos diretores eleitos em 2022:
➡️ Tiago Pascoal (Comunicação),
➡️ Maria José (Vice-presidente, Finanças e Convênios) e
➡️ Carmen Maria Santos de Carvalho (Secretaria).
Ainda na mesma AGE, com pauta apenas lida e sem debate, foi aprovada a desfiliação do Sinpojud da CTB e da CSPB, além da rejeição da filiação à Fenajud e do retorno à Fetrab, da qual o sindicato havia sido desfiliado na gestão anterior.
⚠️ Decisões graves, tomadas sem diálogo com a base.
Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário do Estado da Bahia
PORQUE A AGE
A diretoria executiva deste quadriênio esqueceu para o que foi eleita, e dividiu-se em três pelo Poder.
Zezé, que faz carreira dentro do Sindicato há 35 anos, foi acusada novamente de malversação de nossas mensalidades.
Já o acusador, Manuel Suzart, abusou do cargo de presidente, exigindo emprego para a esposa justamente à empresa envolvida na falcatrua com Zezé.
Suzart convocou assembleia do dia 26/11, e na leitura de relatório do Conselho Fiscal, aliado de Suzart, foi comprovado pagamentos de mensalidades sem contratos, e outras possibilidades de desvios do dinheiro do Sinpojud, nossas mensalidades.
Parte da diretoria Executiva, isolando os demais, convocou às pressas, outra Assembleia para o dia 13/12, agora a híbrida, virtual e presencial, que teve menos de 40 participantes, incluindo diretoria e funcionários, e eliminou a decisão da AG de 26/11, trouxe Zezé de volta assumindo a presidência do Sinpojud, e destituiu Suzart, Anderson Nery.
Essa destituição agravou a briga interna, chegando quase as vias de fato, com tentativa de agressão contra funcionários do sindicato, que não têm nada a ver com a confusão.
Suzart, fez manobra, e convocou por maioria de delegados e da mesa do Conselho de Representantes, e convocou nova AGE, agora presencial, para o último 15/01, e por aprovação de maioria, mais de 100 filiados, eliminou a AGE de dezembro, e volta a assumir o sindicato.
Zezé foi para a festa do Bonfim com as colegas de partido e de central sindical, ignorando a importância da AGE, e do Sindicato.
Suzart está à frente do Sinpojud, e não há informe sobre quem é quem na diretoria.
Zezé em menos de 10 dias na presidência, substituindo Suzart, convocou datas para Conselho e Assembleia de pautas de reivindicação.
Suzart anulou...
NOSSA AGE
Através do abaixo-assinado, via democrática, queremos levar maioria de filiados, acima dos 10% estatutários, para a realização de AGE convocada por 630 filiados, dos mais de 6.000 mil.
Quanto maior for o número de assinaturas, participação presencial, colocaremos o Sinpojud nos trilhos.
1) Destituindo toda a diretoria.
2) Elegendo Comissão Constituinte para administrar o sindicato com austeridade até a posse de nova diretoria eleita, com convocação em agosto de 2026.
3) Auditoria pesada na gestão desse quadriênio 2023-2027.
4) Reforma do Estatuto a partir de Convocação do Conselho, restabelecendo oi triênio para a gestão do sindicato.
5) Máximo de dois mandatos à presidência e/ou diretoria do Sinpojud - diretoria de sindicato precisa de renovação, e não uma senhora assentada no poder, fechando balanço anualmente no zero. As mensalidades do Sindicato ultrapassam mais R$ 1 milhão por mês, e no final do ano entradas e despesas batem zero. Qual é o gasto mensal de tanto dinheiro?
O PROBLEMA
Diretoria deste quadriênio. São pessoas incapazes, que usam as mensalidades do Sindicato como proventos próprios.
OBJETIVO
Destituição de toda diretoria.
CONSEQUÊNCIA
Eleição na assembleia de Comissão Constituinte para gerir o sindicato com auditoria, convocação de eleições previstas estatutariamente em agosto/26, e dar posse à diretoria eleita.
AJUSTE
Os constituintes eleitos nesta comissão não são elegíveis nessas eleições.
AUDITORIA
Reforço à auditoria externa nesta gestão desde as eleições em 2022 até a data da destituição, racionando pagamentos sem comprobatórios condizentes à atuação sindical e de promoção para a categoria.
INTERVENÇÃO
Se mantiver essa bagunça, caso não tenhamos êxito no abaixo-assinado, e na realização de que toda a categoria expresse sua vontade legítima numa Assembleia, há três ações de intervenção judicial.
Assine!
https://c.org/tjPY4p22B4
Pense no presente do Sinpojud. Não merecemos passar por isto. O sindicato é nosso!
Não foi surpresa nesta segunda-feira, a turma de Suzart e parcela do Conselho de Representantes, convocação de AGE para 15 de janeiro, dia do cortejo ao Sr. do Bonfim.
1º golpe: Assembleia convocada pelo presidente do Sinpojud, 26/09, na sede do Sinpojud, em que Manuel Suzart conduziu a Assembleia, com aproximadamente 40 participantes, deu voz ao Conselho Fiscal que corroborou as denúncias de Suzart contra Maria José Zezé, de pagamentos sem contratos e superfaturados a planos de saúde conveniados com o Sindicato, e uma parcela pequena, que se tornou maioria, acatou a pauta de afastamento de Zezé por 182 dias, que manteve os ganhos administrativos (cinco salários mínimos + cartão corporativo), e representou o Sinpojud, mesmo afastado no GT do Planserv.
Mais a bagunça continuada dentro do Sinpojud, ignorando a existência daquele entidade para os filiados ao Sinpojud.
2º golpe: Pascoal e parte da diretoria Executiva, contrários à gestão de Suzart, braço direito de Zezé, é o candidato do PCdoB e da CTB para presidência do Sinpojud no próximo pleito, com e contra liminares, convocaram por maioria a primeira AGE híbrida (presencial e virtual), realizada na sede do sindicato, também com pouca divulgação, o que resultou numa presença mínima de aproximadamente 36 filiados, entre presencial, maioria diretores ligados a Zezé, e presencial, que foi até às 16, aproximadamente, com objetivo único de eliminar a Assembleia que afastou Zezé, e derrubar por outros 180 dias, sem direitos administrativos ou outro qualquer dentro do Sinpojud, o que levou Zezé de volta à presidência do Sinpojud.
Ninguém sabe o porquê, mas quem comanda o Sindicato é Pascoal.
CONTRAGOLPE: Ontem, segunda-feira, a turma de Suzart, via maioria do Conselho de Representantes, foi convocada nova AGE, por edital, datado de 12/01/2026, para a próxima quinta-feira, 15/01, a ser realizada na sede da Afpeb (Associação dos Funcionários Públicos da Bahia), na rua Carlos Gomes, 2 de Julho, ao lado da Aceb.
Está em cima, é depois de amanhã. O pessoal de Suzart está animando com a participação em massa.
O diz o edital: "1ª convocação com metade dos filiados mais um (significa 3.101 filiados), às 9h; ou em 2ª convocação, às 9h30, com qualquer número de filiados presentes, nos termos estatutários...
O Grupo Sinpojud Pela Base, formado por filiados e fundadores e cofundadores do Sinpojud, insiste na destituição de toda a diretoria, tal a bagunça administrativa que essa gestão fez no Sindicato, chegando até a portal de Delegacia Policial, tentativa de agressão a funcionários da entidade, malversação de nossas mensalidades, e, em três anos e meio não fez nada que prometeu em campanha, tampouco movimentou para ações do Sinpojud pela data-base, perdas de mais de 63% nos últimos 15 anos sobre a data-base, PCCV, melhoria no Planserv, dentre tantas outras reivindicações da categoria.
Pior: joga o dinheiro no lixo, com pagamentos de festas nas comarcas, para terceirizados, usou do dinheiro do Sinpojud em agendas e calendários, equivalente a meio milhão de reais, fez ponte aérea Salvador-Brasília-São Paulo, estourou gastos com cartão de crédito me mais de R$30 mil; há acusações muito sérias, que levaram a ameaças de morte dentro da diretoria.
Nosso grupo, ou parte dele, vai participar da AGE, e convocamos todos os colegas que têm assinado o abaixo-assinado para AGE no Sinpojud, que continuem apoiando o pedido da Assembleia, que tem pauta de destituição de toda a diretoria, eleição na assembleia de cinco diretores para uma comissão de gestão do sindicato, com auditoria externa do desastre dessa gestão (2023-2027), até a posse da nova diretoria eleita para o quadriênio 2027-2031. Importante, os eleitos em assembleia para a comissão gestora do Sinpojud, não terão direito a eleger-se nas próximas eleições, a serem convocadas em agosto.
O abaixo-assinado está bombando em visualizações, tem que consagrar em assinatura.
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A situação política, administrativa e financeira do Sinpojud, é caótica: não existem condições éticas, morais e políticas para a permanência do grupo, atualmente comandado por Manuel Suzart e por Maria José Santos Silva, que controla o Sindicato.
Agora outra crise eclodiu: fortes acusações de Suzart contra Maria José e de Maria José contra Suzart de irregularidades, desvios de recursos, assédio moral em funcionários da entidade, benefícios em planos de saúde para parentes, rachadinhas, ameaças de agressão física e até de morte.
Chega! Não dá mais para o Sinpojud continuar nesse caos.
Na Assembleia Geral Extraordinária, elegeremos uma Diretoria Provisória de cinco (5) ou mais membros para mandato de seis (6) a 10 meses, que fará a Transição, o Saneamento Financeiro, o Congresso da Categoria, Reforma do Estatuto, Democratização da Entidade, e as Eleições Gerais.
Os membros da Diretoria Provisória, eleita na Assembleia, não poderão compor nenhuma chapa do pleito eleitoral regular da entidade.
Esta inelegibilidade será consignada na própria Ata da Assembleia Geral Extraordinária.
Salvador, 07 de janeiro de 2026.
ABAIXO-ASSINADO ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA SINPOJUD
Mesmo com a decisão da Assembleia de filiados do Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário do Estado da Bahia de afastar o Presidente, a situação do Sinpojud ainda está sem uma solução
Um desacordo interno no Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário do Estado da Bahia (Sinpojud) vem gerando uma sequência de ações judiciais e deliberações, com divergências sobre a interpretação do estatuto da entidade e a condução de suas instâncias.
No ano de 2025, quando começaram a surgir as denúncias de irregularidades dentro do sindicato, houve uma manifestação de membros da entidade pela realização de uma Assembleia Geral Extraordinária Híbrida, no dia 13 de dezembro de 2025, para deliberar algumas providências a serem tomadas.
O diretor-presidente do sindicato, Manuel Inácio Cerqueira Suzart, ajuizou uma ação com pedido de tutela de urgência para suspender uma Assembleia Geral Extraordinária (AGE) convocada para o dia 13 de dezembro de 2025. Em sua argumentação, sustentou que a competência para convocar tal assembleia seria de sua atribuição exclusiva, e não da Diretoria Executiva de forma coletiva. Alegou ainda que não houve reunião formal da diretoria para deliberar sobre a convocação, o que, em sua visão, tornaria o ato nulo.
O pedido foi analisado em primeira instância pela 4ª Vara Cível de Salvador. O juiz George James Costa Vieira indeferiu a tutela de urgência em decisão datada de 12 de dezembro. Em sua fundamentação, examinou o estatuto do Sinpojud, que estabelece, no artigo 22, inciso I, ser a “Diretoria Executiva” o órgão competente para convocar assembleias gerais extraordinárias.
Constatou também que o edital de convocação estava assinado por cinco diretores, número que atende ao quórum de maioria simples previsto no regimento interno da diretoria. Diante disso, o magistrado considerou que a convocação apresentava aparência de regularidade e que não havia verossimilhança na alegação de nulidade.
Diante da negativa, Manuel Suzart interpôs Agravo de Instrumento, buscando uma decisão liminar do Tribunal de Justiça para suspender a assembleia, marcada para o dia seguinte. O recurso foi julgado em regime de plantão pelo juiz substituto Adriano Augusto Gomes Borges.
Em decisão proferida na manhã de 13 de dezembro, o magistrado manteve a decisão de primeiro grau, negando o pedido de tutela antecipada. O relator conheceu do recurso, mas entendeu não estarem preenchidos os requisitos para a medida de urgência. Considerou que a assinatura do edital pela maioria dos membros da Diretoria Executiva atendia, em uma análise preliminar, aos requisitos numéricos estatutários.
Diante da decisão judicial em favor da Diretoria Executiva, a assembleia ocorreu no dia e hora marcados. Logo na abertura da Assembleia Geral Extraordinária (AGE), houve tumulto antes do início. Segundo a Diretoria Executiva, pessoas ligadas à CTB e ao PCdoB tentaram participar da reunião, mas foram dispersadas, e o evento ocorreu normalmente.
Durante a reunião, os filiados presentes deliberaram sobre uma pauta que incluía a situação administrativa do sindicato. Entre as decisões aprovadas, constaram o licenciamento por 180 dias do diretor-presidente, Manuel Inácio Cerqueira Suzart, e do diretor de Assuntos Jurídicos, Anderson Santana Nery de Souza, ambos sem direitos administrativos e políticos no período. A assembleia também deliberou pela anulação de uma assembleia geral extraordinária anterior, realizada em 26 de setembro de 2025, e autorizou a realização de uma auditoria independente nas contas do Sinpojud.
Em comunicado divulgado após a assembleia, a Diretoria Executiva do Sinpojud criticou as atitudes do presidente, qualificando-as como antidemocráticas e antissindicais. A diretoria afirmou que, além da ação judicial, houve tentativas de inviabilizar a reunião por meio de medidas administrativas, como impedir o trabalho de funcionários na organização do evento.
O comunicado também mencionou questões relacionadas à falta de apresentação de provas documentais por parte da presidência e do Conselho Fiscal para sustentar acusações públicas feitas contra a Diretoria de Finanças.
No dia 15 de dezembro, a Diretoria Executiva emitiu outro comunicado, desta vez para relatar um incidente ocorrido na sede do sindicato. Segundo a nota, os dirigentes licenciados na assembleia — Manuel Suzart, Anderson Nery e os conselheiros fiscais Jorge Humberto e Cláudio Sales — teriam adentrado o prédio de maneira hostil, criando um clima de intimidação.
A diretoria alega que houve tentativas de agressão física contra funcionários e contra o diretor de Comunicação, Tiago Pascoal, e que as câmeras de segurança registraram os fatos. Informou ainda que os funcionários foram dispensados por medida de segurança e que as vítimas adotarão as providências legais cabíveis.
Ainda segundo a Diretoria Executiva, o Sinpojud deve ilustrar as páginas policiais e também o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), devido às muitas evidências de irregularidades.
De acordo com uma sindicância, o rombo no Sinpojud, computado desde 2023, chega a mais de R$ 2 milhões, com pagamentos mensais de mais de R$ 60 mil para um corretor não registrado, sendo que o plano que ele representa não possui contrato com o sindicato.
A denúncia foi feita pelo presidente do sindicato, Sr. Manuel Suzart, contra a Diretora de Finanças e de Convênios, Sra. Maria José Santos da Silva (Zezé). O corretor envolvido chama-se Alex (Alexandro Santos de Oliveira).
A eleição dessa diretoria, composta pela dupla Manuel Suzart, presidente, e Zezé, vice-presidente, tinha um enredo encomendado: briga pelo poder. Tanto é que o presidente acusa a vice de pagamento ilícito de R$ 60 mil para um corretor de seguros — o mesmo do primeiro escândalo. Já a vice acusa falcatruas deliberadas do presidente, que afirma que Zezé não tem provas.
Segundo a diretoria do sindicato, esse corretor é o mesmo envolvido em um esquema ainda mais grave, quando houve desvio do Imposto Sindical do sindicato, cheques sem fundos, envolvendo também a então presidente do TJBA, Telma Brito (2010), afastada pelo CNJ por precatórios, além do envio da verba destinada aos sindicalizados para uma conta específica do Banco Real (hoje Santander, também envolvido na trama do plano de saúde), contas estas geridas por Zezé.
A instituição demandada foi criada em 28 de janeiro de 1991, com o escopo de defender os interesses dos denodados servidores do Poder Judiciário do Estado da Bahia. Tem seus atos constitutivos (Estatuto Social) registrados no Cartório de Registro Civil de Títulos e Documentos e das Pessoas Jurídicas do 2º Ofício desta capital, e seu registro inserido no CNES do então MTE, habilitando-se, assim, nos termos da Súmula 677 do STF, a ser o legítimo representante da respectiva categoria. Ao longo dessas mais de três décadas de existência, certamente jamais viveu um período tão conturbado.
De início, é importante registrar que os autores integram a base de representação profissional do primeiro réu e, além disso, são filiados a ele. Ademais, impende consignar que a atual diretoria da entidade, da qual fazem parte os litisconsortes, tem mandato compreendido entre setembro de 2022 e setembro de 2026.
Pois bem.
Malgrado façam parte do mesmo grupo político e tenham sido eleitos conjuntamente, em agosto de 2025, o atual presidente do sindicato (Sr. Manuel Suzart) entrou em rota de colisão com a então Diretora de Finanças e Convênios, Sra. Maria José, acusando-a da prática de atos de improbidade, caracterizados pelo suposto repasse irregular de valores a uma corretora de seguros, no importe de R$ 63.500,00 por mês, desde o início da gestão, conforme mensagem encaminhada aos Delegados Sindicais, abaixo transcrita:
Prezados(as) Delegados(as), boa tarde.
Abstenho-me de maiores comentários, pois neste momento me encontro no TJ acompanhando as tratativas da implantação do retroativo da VPE, VPI e GEE. No entanto, considero necessário trazer à tona um ponto relevante.]
Solicitei ao Banco Santander, instituição pela qual a Sra. Diretora Financeira do SINPOJUD realiza todos os pagamentos da entidade e à qual eu, Diretor-Presidente, não tenho acesso aos extratos de pagamento referentes ao período de sua gestão. A solicitação foi feita na condição de Diretor-Presidente e representante legal do sindicato, diante de irregularidades já constatadas pelo Conselho Fiscal em seu relatório, lido na reunião do Conselho de Representantes Sindicais realizada em 29/08.
Surpreendentemente, a Sra. Diretora Financeira comunicou ao Banco Santander que não fosse repassada, “de jeito nenhum”, qualquer documentação a este Diretor-Presidente, inclusive os extratos de pagamentos realizados pelo setor financeiro nesta gestão.
Cabe destacar:
Não existe contrato de corretora de seguros firmado pelo sindicato que justifique repasses mensais de R$ 63.500,00 realizados pela Diretoria Financeira. O convênio da entidade informou que não há, e o TJ também confirmou a inexistência. O único contrato regular que possuímos é o de seguro com a Icatu, devidamente formalizado com corretora, seguradora e segurados. Se existisse contrato com essa corretora dos R$ 63.500,00, os pagamentos deveriam ser feitos diretamente à seguradora, e não a uma corretora. Desde março, após eu descobrir o fato e suspender o repasse, não houve nenhuma cobrança judicial ou extrajudicial da suposta seguradora ou corretora para a entidade, justamente porque ela não existe na entidade.
Não existe contrato de plano odontológico da MB Odonto, havendo apenas um aditivo assinado isoladamente pela Diretora Financeira em outubro de 2024. Esse aditivo não tem contrato-base, ou seja, os pagamentos foram realizados de forma irregular.
Esses fatos, como dito, comprometem irremediavelmente a representatividade do demandado, com perda de credibilidade perante toda a categoria, sobrestamento das negociações coletivas, prejuízo à prestação de serviços aos associados e inequívoca dissolução da legitimidade.
A comprovada má gestão financeira, com realização de gastos não autorizados, utilização de recursos da entidade para fins pessoais e ausência de transparência na condução das finanças, atesta evidente desvio de finalidade dos poderes outorgados ao presidente e à Diretoria de Finanças e Convênios.
Não se pode desconsiderar, ainda, que, conforme previsto no art. 355, VI, do Estatuto Social do Sinpojud, o pagamento de todas as despesas deve ser feito conjuntamente pelos litisconsortes, sendo ambos solidariamente responsáveis pelos atos irregulares.
A diretoria executiva enfatiza haver relativa certeza quanto aos fatos alegados, evidenciada na prova documental pré-produzida, a qual, embora em cognição sumária, indica forte possibilidade de veracidade.
Existe ação com denúncias graves, restando aguardar o julgamento definitivo, sob pena de dano irreparável ou de difícil reparação à entidade e à categoria.
Os autores requerem, liminarmente, o imediato afastamento do presidente e da Diretora de Finanças e Convênios do Sinpojud, bem como a nomeação de interventor judicial, contratação de auditoria externa e demais providências descritas, até a finalização dos processos administrativos ou o encerramento do mandato, com eventual realização de novas eleições.
A Diretoria Executiva não tem dúvidas de que a melhor saída seria a antecipação de uma nova eleição, para evitar maiores prejuízos ao Sinpojud.
A redação do Giro de Notícias não conseguiu contato com o presidente afastado e com a vice-presidente, deixando o espaço aberto para que, se assim desejarem, possam se manifestar sobre as acusações aqui publicadas.
NOVAMENTE DIRETOR DO SINPOJUD IMPLORA POR
DIREITO DE RESPOSTA PARA SE AUTOPROMOVER
Tiago Pascoal, candidato do PCdoB e CTB para a presidência do Sinpojud, implora à Rádio 96 FM, com pedido de direito de resposta, para se autopromover.
Envolvido em casos que deve explicação a sindicatos, exerce cargo de direção no Sinpojud e por tabela no Sinporba (Sindicato dos Jornalistas da Bahia - foto).
Servidor do Judiciário na função de digitador, em Ilhéus, em sua fala à rádio, numa clara demonstração de exposição de imagem, o Sr. Tiago Pascoal, deve, primeiro, resolver pendências que o colocam sob suspeita, diante de acusações de que é 'pejota' (CNPJ), tem empresa individual, está à disposição do Sinpojud pelo TJBA, e ainda cumpre expediente na prefeitura de Ilhéus.
Quem assistiu sua fala há uma semana para a rádio 96 FM, às 12h40, do dia 31/12/2025, tem essa confirmação.
Detalhe.
A avidez para aparecer, ter holofotes, de Tiago Pascoal, é tamanha que telefonou em menos de um minuto para a rádio, implorando novamente direito de resposta a entrevista de Samuel Nonato ao Programa Fala Você, do dia 26/12, às 12h40, da jornalista Neide Lu.
A rádio liberou novamente para que Tiago Pascoal falasse no dia 31/12, mesmo horário e tempo de Samuel Nonato.
Não deu outra.
Em mais de 20 minutos, a única fala que denotava direito de resposta, foi a de que descarta golpe. Sem procedência, porque Maria José, afastada na Assembleia de 26 de novembro, assume hoje, 05/01/2026, a presidência do Sinpojud com base na última AGE (13/12), conduzia por Tiago Pascoal e denotou reunião de condomínio, "com qualquer número", de um patamar de 6 mil filiados, participaram menos do que 40 pessoas: 8 presenciais (contando com diretoria aliada a Pascoal e a Zezé) e virtualmente, 32 filiados, que não votaram em sua totalidade no que Pascoal deu prioridade de votação.
Se posicionou como candidato à presidência do Sinpojud, confundiu o pronome "ele" entre Samuel Nonato e o presidente Manuel Suzart, a quem reportou reclamos a maior parte do tempo.
Se perdeu no que tinha que falar, pedindo ajuda ao jornalista Ramon Ferreira, que substituía Neide Lu, que fizesse perguntas, e diante das questões deu as respostas vagas, superficiais.
O radialista Ramon perguntou qual informação que Tiago tinha sobre os repasses indevidos de mais de R$63 mil mensais, apontados numa das entrevistas de Samuel, conhecidos de toda a categoria, fruto de pedido de ação de intervenção judicial.
Tiago divagou e afirmou não saber de valores, não tinha conhecimento... e pior: confirmou que o banco que detém as mensalidades do Sinpojud, liberou para ele e parte da diretoria, verba para fazer o pagamento de 13º e do mês de dezembro para os funcionários do Sindicato.
Pelo Estatuto, quem assina é o presidente do sindicato e a diretora de Finanças e Convênios.
Tiago Pascoal é diretor de Comunicação, e deu entrevista a rádio como presidente da Assembleia Geral do Sinpojud. Que função é esta?
Ah, outro detalhe: Pascoal afirmou que "nós que trabalhamos no Direito, eu estou há 20 anos no TJBA" e mais adiante tentou corrigir, dizendo que é estudante de Direito numa faculdade particular em Salvador.
Diante dessa posição do diretor de Comunicação, agora com novo cargo, presidente da Assembleia Geral, confirma-se a necessidade de intervenção judicial, e destituição de toda diretoria desse quadriênio.
As duas últimas assembleias têm obediência nas informações, porque, na prática, Manuel Suzart e o diretor Jurídico dão expediente no sindicato; Maria José, afastada por 60 dias, nunca deixou de dar expediente, nem perdeu os pró-labore, cartão corporativo etc., o Conselho Fiscal não apresenta ata de nada.
Bagunça generalizada, e as mensalidades que entraram em dobro para os cofres do Sinpojud estão sendo manipulados da forma que bem entendem.
Para se ter ideia, Suzart gastou mais de 500 mil reais com agendas e calendários 2026 (foto abaixo).
Antes, Tiago Pascoal viajou para São Paulo para comprar crachá dos funcionários do sindicato. Os tais planos de saúde com mensalidades aviltantes, pivô da separação Zezé/Suzart, não foram suspensas...
RÁDIO 96 FM ENTREVISTA SAMUEL NONATO
SOBRE AÇÕES DE INTERVENÇÃO NO SINPOJUD
No Programa Fala Você, de hoje (26/12), da rádio 96 FM de Guanambi e Região, da radialista e jornalista Neide Lu, por mais de 30 minutos, deu espaço para os servidores do Poder Judiciário da Bahia, representado pelo colega Samuel Nonato.
Alguns pontos dos entreveros e golpes dentro do Sinpojud foram relatados, e reforçados para minorar os problemas de dentro do Sindicato para a categoria por ações de intervenção Judicial.
O Grupo Núcleo Sinpojud Pela Base tem agenda para 2026 com o presidente do TJBA, e com o desembargador corregedor Emílio Salomão Resedá.
O Sinpojud será o sindicato de referência na Bahia, no Brasil e no mundo, via OIT, a partir da intervenção, auditoria, saneamento, destituição dessa diretoria que usou o sindicato para benefícios próprios, interesses escusos.
Vamos em frente, a luta continua!
PULUCA
Nossa eterna lembrança do grande amigo, sindicalista, poeta, alegre e, muito, amigo.
Nossa história se fortalece no Sinpojud pela BASE. Participem!
Participe do Grupo Núcleo
Sinpojud Pela BASE!
Há encontros on-line na plataforma Google Meet semanalmente!
SinpojudPelaBASE
ALZIRA APÓSTOLO
Bacharel em Direito, Alzira Apóstolo é Técnica do Judiciário Baiano há mais de 30 anos. É filiada ao Sinpojud, participou da gestão do Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário do Estado da Bahia na fase das grandes lutas e conquistas.
Atuou como diretora do Departamento Jurídico e também diretora de Cultura e Eventos.
Afastada do sindicalismo por mais de 12 anos, agora volta à cena sindical com propósito de corrigir os rumos do sindicato, e trazer de volta as grandes conquistas: reposição da data-base prejudicada em mais de 53% dos vencimentos
nos últimos 10 anos. Alzira Apóstolo é uma das servidoras mais ativas dentro da Assembleia Legislativa
pelo Plano de Cargos, Carreira e Vencimentos dos servidores do Tribunal de Justiça da Bahia - PCCV.
RIVIANE REIS
Funcionária do TJBA desde 2008, trabalha em home office, é Técnica do Judiciário, e uma das promessas para a política sindical no Tribunal de Justiça baiano.
"Rivi" busca conhecimentos e tem participado ativamente do movimento Núcleo Sinpojud pela BASE, com propósito de ver o sindicato histórico que o pessoal comenta nos corredores do TJBA, e no Sindicato.
SAMUEL NONATO
Samuel Nonato dos Santos é ativista social, bacharel em Direito e licenciado em Filosofia - Ucsal, é servidor do Judiciário Baiano como Analista Técnico Avaliador.
Fundador e ex-diretor-Presidente da Associação dos Agentes de Proteção ao Menor, dirige hoje o Instituto Social e Comunitário Raimundo Nonato Boa Vista de São Caetano.
Ingressou na luta comunitária e popular na década de 90.
Volta à cena sindical, também para colocar o Sinpojud nos trilhos... a gestão atual ignora totalmente as necessidades da categoria.
UILSON OLIVEIRA
Uilson Oliveira é servidor do Tribunal de Justiça da Bahia. Com 40 anos de serviço, consolidou-se como profissional experiente, defensor do devido processo legal, do diálogo institucional e da promoção de direitos no âmbito da Justiça da Infância e Juventude.
Graduado em Direito, Filosofia, Teologia, Pedagogia e Letras, e diversas pós-graduações, inclui especializações em Direito Administrativo, Direito Constitucional e áreas correlatas. Atualmente é
É acadêmico do Mestrado Profissional em Segurança Pública, Justiça e Cidadania da UFBA, e pesquisa sobre a transição dos Mutirões Carcerários ao Mutirão Processual Penal e o papel do TJBA na garantia dos direitos fundamentais das pessoas privadas de liberdade.